Num futuro bem próximo você estará desempregado! Duvida? Leia isso.

Uma revolução em curso

Uma previsão sobre o futuro para refletir hoje: “Num futuro bem próximo (horizonte inferior a 15 anos) eu, você e muitos profissionais super capacitados que vão ler este post – muito provavelmente – estarão desempregados!”.

O motivo não será que você parou no tempo, não se preparou ou deixou de se reinventar, mas em função de uma revolução que já deixou de ser silenciosa e começa a mexer na economia e estabilidade social em todo o globo, estamos falando da quarta revolução industrial.

Para quem ainda não ouviu falar nela, é hora de acordar. A introdução de tecnologias como a robótica e o uso de inteligência artificial nos processos produtivos (fabris ou não) já é uma realidade e sua aplicação está crescendo de forma exponencial em todo o planeta. O custo a pagar por isso é o seu emprego (no modelo que você o conhece hoje).

Trabalho e renda, outra perspectiva

Simplesmente não haverá emprego e renda para a grande maioria da população ativa, pois o trabalho humano será cada mais desnecessário. Surge então um impasse, afinal o atual sistema econômico depende de estabilidade social, produção e consumo para existir, e se não houver emprego para a grande maioria teremos justamente caos social por não haver renda e capacidade de consumo para muitos.

Talvez seja por este motivo que estejamos vendo a hipervalorização do empreendedorismo como uma possível solução para evitar parte desse efeito, porém, sem uma mudança profunda nas relações econômicas, sociais e de consumo, o futuro próximo não me parece um mar de rosas para ninguém que tenha que viver no planeta terra.

É necessário repensar as bases da economia, da política e da organização social, e não é atoa que empreendedores (e visionários) como Elon Musk (Tesla Motors, Solar City e SpaceX) e Mark Zuckerberg (FACEBOOK) estejam defendendo alternativas como a criação de uma Renda Básica Universal (RBU).   A base disso é justamente a desvinculação moral entre a renda e o trabalho.

Ok, mas embora a RBU se apresente como um modelo disruptivo nas camadas sócio-politico-econômica, com transformar isso de um cenário pós-apocalíptico em um cenário absolutamente inovador, positivo e que realmente poderia representar a mudança de visão do ser humano em relação a sí mesmo, passando a se enxergar como civilização única e capaz de criar e cooperar aos bilhões para o bem comum e conservação desse planeta ?

Essa é a saga que começamos a percorrer aqui, neste post e neste momento. Propor as mudanças e os modelos para uma nova economia em uma nova visão de mundo.

Para onde estamos indo?

Um mundo onde a energia (limpa e renovável) é a moeda de troca para suprir as necessidades de uma sociedade digital, com sua economia orientada a inovação criativa e a integração de culturas, etnias, filosofias e múltiplas visões de mundo para o bem estar geral de todos que habitam essa grande nave que chamamos planeta terra.

Tenho certeza que muitos leitores que tiveram paciência para chegar até aqui estão pensando neste momento: UTOPIA! ISSO NÃO ESTÁ ACONTECENDO!

Ok, temos o direito e o dever ter opiniões diferentes e assim construir um conhecimento plural, complementar e positivo, mas gostaria de apontar algumas tendências, modelos de negócio e fatos que já estão movimentando muita gente. De um lado para o desemprego e do outro para o empreendedorismo.

No próximo post vamos explorar um pouco mais o que realmente está acontecendo agora e quais as tendências que estão se tornando realidade no curto prazo, para nos ajudar a responder as perguntas:  “Em que mundo queremos viver ? E o que podemos fazer para chegar lá?”

Por hora fique com uma segunda profecia para reflexão: “Nos próximos 5 a 10 anos um tipo qualquer de SOFTWARE irá te substituir e mudar radicalmente e de forma disruptiva as mais tradicionais indústrias do planeta”